26/01/2015

RESENHA #55: Cidades de Papel, do John Green.



Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 368
Nota: 4/5

Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.

Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.

Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


O livro vai contar a história de Quentin Jacobsen, o Q, que leva uma vida normal, estuda, tem seus 2 melhores amigos: Ben e Radar. E uma vizinha um tanto quanto excêntrica chamada Margo Roth Spiegelman. Eles se conhecem e são vizinhos desde criança, mas nunca mantiveram uma amizade de verdade.
Mas eis que, numa noite qualquer, que teria tudo para ser normal, Q. acaba tendo seu quarto invadido por uma Margo completamente diferente do que ele está acostumado a ver na escola. Ela está parecendo um ninja, com roupas e a cara pintada de preto. E está convidando a viver uma noite de aventuras pela cidade, ele fica meio desconfiado, mas acaba aceitando.
Terminada a noite de aventuras, cada um vai para sua casa.
Um novo dia surge, e Q está super ansioso para encontrar a Margo e conversar sobre a noite anterior, mas acaba descobrindo que ela sumiu. E sem deixar pistas, aparentemente.
Vamos às minhas impressões sobre o livro: o final deixou a desejar, e muito. Eu acabei me desapontando um pouco, mas a leitura em si foi boa, foi rápida e fluída, mas o final me decepcionou um pouco. Eu confesso que esperava algo completamente diferente, queria mais explicações, queria mais da leitura.
Mas não posso deixar de recomendar, pois até que foi uma leitura legal e que eu dei algumas risadas. E cada leitor tem uma opinião diferente sobre um livro. Portanto, recomendo!


É isso pessoal, espero que vocês tenham gostado da resenha. Não deixem de comentar aqui embaixo, e me sigam nas redes sociais, os links estão no canto direito do blog, ok?

Um beijão, e até a próxima.

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5 comentários:

  1. Olá Ana, li esse livro e adorei. Gosto do jeito que John Green desenvolve suas histórias, mas nunca gosto muito dos finais, porque nem sempre são felizes como esperamos. Mas é uma história muito bonita!
    Marquei o seu blog em uma tag :) http://2-cafes.blogspot.com.br/2015/01/liebster-awards-2015.html#more

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  2. Olá, sou uma das administradoras do blog Romance Literário, adoramos o seu blog!
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    beijos!!!

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  5. Acredita que nunca li nada do autor? Fiquei meio bolada por causa do oba oba de a culpa é das estrelas que fiquei muito cética com relação a ler alguma coisa dele.srsrsrs
    bjs

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